PCEtLSBHbG9iYWwgc2l0ZSB0YWcgKGd0YWcuanMpIC0gR29vZ2xlIEFuYWx5dGljcyAtLT4KPHNjcmlwdCBhc3luYyBzcmM9Imh0dHBzOi8vd3d3Lmdvb2dsZXRhZ21hbmFnZXIuY29tL2d0YWcvanM/aWQ9VUEtMTE4NzgxMDk5LTEiPjwvc2NyaXB0Pgo8c2NyaXB0PgogIHdpbmRvdy5kYXRhTGF5ZXIgPSB3aW5kb3cuZGF0YUxheWVyIHx8IFtdOwogIGZ1bmN0aW9uIGd0YWcoKXtkYXRhTGF5ZXIucHVzaChhcmd1bWVudHMpO30KICBndGFnKCdqcycsIG5ldyBEYXRlKCkpOwoKICBndGFnKCdjb25maWcnLCAnVUEtMTE4NzgxMDk5LTEnKTsKPC9zY3JpcHQ+Cg==PG1ldGEgbmFtZT0iZ29vZ2xlLXNpdGUtdmVyaWZpY2F0aW9uIiBjb250ZW50PSJkS2U4R2xkclJfOE5oQjNvN3gtQWxuakdsR0lZaWl3QTc2N3d4TmRPcEVRIiAvPg==
Stilus outro

Guedes se reúne com líder do governo na Câmara para debater reforma tributária

Por Redação em 27/09/2020 às 00:01:21

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, se reuniram neste sábado, 26, para discutir ajustes na proposta de reforma tributária que o governo pretende encaminhar ao Congresso nos próximos dias. Segundo Barros, ainda há alguns pontos pendentes que precisam ser validados pelo presidente Jair Bolsonaro, mas na segunda-feira (28) a proposta já estará fechada para uma rodada de discussão com os líderes da base governista no Congresso.

"Só será anunciada a solução que já tiver passado pelo crivo do presidente e senhores líderes da base do governo, porque isso dá uma maior previsibilidade na aprovação da matéria", disse Ricardo Barros, que voltou a afirmar que não haverá aumento na carga tributária. Ao seu lado, Paulo Guedes disse que eles estão "ultimando os preparativos" dessa que será a segunda etapa da reforma tributária. A proposta será enviada para comissão mista da Câmara e do Senado. Guedes defende a desoneração da folha de pagamento (a redução nos encargos que as empresas pagam sobre os salários dos funcionários) para a criação de empregos.

Uma das propostas em discussão é aprovar um novo tributo temporário para começar a desoneração da folha. Embora a insistência de recriar um imposto nos moldes da CPMF seja rejeitada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), líderes do governo negociam a apresentação da proposta de um tributo sobre transações digitais com cobrança semelhante ao extinto tributo. Também foi discutida na reunião no sábado a Proposta de Emenda Constitucional do Pacto Federativo, relatada pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC), em relação à qual o governo ainda não conseguiu construir um acordo.

Leia também

Governo negocia criação da CPMF como contrapartida à desoneração da folha, explica Ricardo Barros

Setor de telecomunicações prevê mais de 500 mil demissões caso veto à desoneração da folha não seja derrubado

Apesar da crise, estados tentam manter investimentos sem descumprir teto de gastos

Paulo Guedes citou os problemas de emprego e renda acentuados na pandemia de Covid-19 ao afirmar que, com o fim do auxílio emergencial previsto para dezembro, o governo busca um novo programa. "Nós precisamos de um programa social a partir de 1º de janeiro. Estamos discutindo ainda entre nós, o presidente não gostou de algumas características, então estamos reestudando o tema", disse o ministro.

*Com Estadão Conteúdo

Fonte: JP

Comentários

Queimada